Mas
ser prudente também deve significar ter bom caráter e ser coerente com suas
atitudes e ações. Todavia, normalmente os doentes da alma não têm problema de
caráter, apenas não conseguem controlar o que sentem e por isso criam
alucinações impulsionadas por um problema químico no cérebro. Tal problema
então, poderíamos dizer, se concentra numa desconexão cerebral, num dado
momento, em um curto ou longo período, e não em saber discernir entre o certo e
o errado, já que esse discernimento se refere à personalidade de um indivíduo e
nesse sentido faz parte do seu ser e jamais de períodos momentâneos.
Reizinha
terça-feira, 15 de maio de 2012
As doenças da alma...
quinta-feira, 10 de maio de 2012
A indignação do Pensador...
quarta-feira, 9 de maio de 2012
A natureza é...
A natureza é realmente mágica, ou diria, milagrosa. Imaginem só uma cadela adotar um chipanzé e criá-lo juntamente com seus filhotes, é algo no mínimo extraordinário. Se isso significa que animais de espécies diferentes podem se dar bem, então porque nós, seres humanos, brigamos tanto e na maioria das vezes por coisas tão banais e insignificantes. A Reizinha acredita que essa imagem pode nos fazer refletir sobre tudo isso e nos fazer pensar em como às vezes somos mais irracionais que qualquer outro animal e nem mesmo percebemos ou pior não queremos admitir, pois afinal de contas, muitos de nós, nos julgamos superiores aos outros animais. NOSSA!!! QUANTA ARROGÂNCIA!!!
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Felicidade existe?
Quando se fala em felicidade enes
ideias surgem nas pessoas. Alguns a veem
na riqueza, outros em bens materiais, no trabalho, nos estudos, em seus
amores ou ainda na família. Aristóteles julgava que a felicidade concentrava-se
no ato de filosofar, na pura abstração. Todavia, o Tio Ari que nos perdoe, entretanto
ele nasceu numa família abonada, por isso não precisava se preocupar com o pão
de cada dia. É claro que com isso a Reizinha não está fazendo uma crítica
negativa a seu maior ídolo, apenas contextualizando a época em que ele viveu
(384 – 322 a.C).
A felicidade para a Reizinha não
está e nem poderia está concentrada apenas no fazer filosófico, já que ao seu
redor há muitas outras coisas para fazer, se ocupar e se preocupar. Sua vida,
como de tantos outros, vive atrelada de problemas com soluções, possíveis
soluções ou ainda na busca dessas soluções. Nesse sentido, apesar dela saber
que é impossível ser feliz o tempo todo de uma coisa ela tem certeza: não existe
felicidade completa o que há são momentos felizes. E tais momentos são
construídos a partir da convivência com seus familiares e amigos, pois ela não
gosta da solidão.
Desse modo, os momentos felizes da
Reizinha acontecem quando ela está com as pessoas ama e justamente por esse
motivo faz e faria de tudo para não magoá-los. Sua satisfação é plena quando
ela os agrada de alguma forma seja por meio de um beijo, um abraço, um presente,
um telefonema, etc. Assim, a Reizinha aprecia mesmo é estar junto com sua
família, não só a de sangue, mas principalmente a de coração, porque os de
sangue foram colocados em sua vida, não houve escolha, já os de coração foram
escolhidos e conquistados e exatamente por essa razão jamais serão esquecidos.
domingo, 6 de maio de 2012
O medo íntimo ou interior
Todo mundo tem algum tipo de medo: de
altura, barata, elevador, etc... E tais medos são até considerados normais e
cotidianos, entretanto o medo o qual me refiro é mais íntimo, ou diria até
interior. São medos que você, inclusive, não consegue nem pronunciá-los nem
para si, muito menos para os outros, porque corre o risco de ser chamado (a) de
LOUCO (A). E quando isso ocorre a sua situação pode ficar complicada, pois uma
vez ganhando tal rótulo e ainda dependendo das tuas atitudes e ações pode
acontecer de nunca mais se livrar dele. O medo que me refiro, em particular, é
de ficar presa dentro de si. Uma prisão que te torna refém dos teus próprios
sentimentos, da tua racionalidade, do teu raciocínio lógico. Raciocínio esse
que, normalmente, te dá meios para te realizar na vida, sobretudo pessoalmente
e profissionalmente.
Essa condição de ficar presa dentro de
si não te dá a menor chance de compreender o teu redor e assim tu ficas a mercê
da boa vontade de estranho. Em outras palavras, essa maldita condição compromete
a tua consciência, e aí você não consegue pensar muito menos agir coerentemente
e nesse sentido isso passa a comprometer a tua existência e isso não é
significar a morte? Não se sabe, porque uma das coisas que te tornam vivo são
as tuas funções fisiológicas estarem funcionando. Será? Bom, sinceramente não
sei.
Só se sabe que quando compromete a tua existência,
compromete o teu lugar no mundo, pelo menos a perda desse lugar
instantaneamente. E perder esse lugar pode fazer com que você perca apenas uma
parte da tua vida ou pior toda ela. Todavia, se por uma questão de sorte ou
qualquer outra razão a qual infelizmente não se sabe explicar você volta à vida
só temos a agradecer por continuarmos vivos, especialmente agradecer a todos
aqueles que estiveram sempre ao nosso lado. Aliás, essa situação é ideal para
refletirmos sobre a nossa relação com nossos familiares e amigos servindo para
demonstrar o quanto necessitamos deles e mesmo assim muitas vezes discutimos por
qualquer besteira e por uma questão de mero orgulho não somos capazes de pedir
desculpas.
sábado, 5 de maio de 2012
Uma versão contemporânea da famosa frase de Sócrates: "Só sei que nada sei"...
Sócrates (469-399 a.C), um
renomado filósofo grego, além de ter deixado vários discípulos órfãos de seus
ensinamentos, ainda deixou pensamentos/teorias valiosos(as), dos(as) quais uma
das principais se resume no aforisma: "Só sei que nada sei". Até hoje
vários pensadores, estudantes, dentre outros buscam a interpretação dessa
frase. A Reizinha a interpreta da seguinte forma: Sócrates, mesmo já tendo uma certa idade, assumiu a sua
finitude e foi humilde por admitir a sua ignorância (falta de conhecimento),
diante de tantas coisas, já que é impossível obter conhecimento sobre tudo que
existe, uma vez que se não sabemos ao certo sobre nós mesmos, especialmente sobre
nossa existência, que dirá sobre o mundo ao nosso redor. O Guru Mestre (2006)
foi gênio ao fazer essa charge, porque expressa de outra forma uma das frases
mais famosas de todos os tempos.
terça-feira, 1 de maio de 2012
A espontaneidade de Lady Gaga
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