Reizinha

Reizinha

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Recomeço...

Não se pode voltar no tempo, e sim recomeçar de uma outra maneira. Todavia, todo recomeço pode ser doloroso, porque pode haver aquela sensação de que deveríamos estar mais adiante. Mas o importante nisso tudo, não é a maneira que recomeçamos e sim o aprendizado adquirido em todo o caminho.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Amizade...

Uma grande amizade não tem cor, raça, não tem preço e este vídeo mostra bem isso...

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Coragem...

"A coragem não é uma virtude exclusiva do mais forte, mas, sobretudo, daquele que não tem medo de arriscar-se".

terça-feira, 26 de junho de 2012

As máscaras que usamos...


Todos nós usamos máscaras seja porque buscamos nos esconder ou porque  queremos transparecer aquilo que não somos. Muitas vezes as máscaras surgem sem querer, outras com o intuito de seguir convenções sociais dominantes. Mas o que as pessoas não conseguem perceber é que somos o que somos independente de qualquer convenção ou outra circunstância. Além disso, ao demonstrarmos aquilo que não somos só magoamos a nós mesmos e quando finalmente nos dermos conta disso pode ser tarde demais...   

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Lógica - Quinta Parte


verdade versus validade
A Reizinha pretende expor neste artigo, a distinção que há entre os conceitos de verdade e validade. Embora esses dois conceitos não se apliquem aos mesmos objetos, ou seja, enquanto a verdade predica proposições e a validade é uma propriedade pertencente aos argumentos dedutivos tudo indica que é imprescindível diferenciá-los. Isso porque tais conceitos surgem, por vezes, em discussões e textos filosóficos como tendo o mesmo sentido.
 O conceito de verdade, que será tratado aqui, está relacionado com o conteúdo de uma asserção (o que é dito e/ou declarado) no caso de um silogismo as asserções são expostas por meio de premissas. osiççciados)                                                                                                                 As premissas são declarativas, porque podem ser avaliadas como verdadeiras ou falsas. Diante disso, dizer que algo é verdadeiro é dizer sob que circunstâncias uma situação ou fato é verificado na realidade.
Quanto ao conceito de validade, dizemos que um argumento dedutivo (no caso dos silogismos) é válido se sua forma lógica é correta. Etimologicamente, o termo silogismo significa “reunir com o pensamento”. Diante disso, os silogismos, como já foi dito, são aqueles argumentos em que as suas premissas fornecem indícios e/ou provas  consistentes para uma conclusão.
Diante disso, tais silogismos são analisados como válidos ou inválidos porque as provas fornecidas pelas premissas são conclusivas, não necessariamente verdadeiras. Isto significa que há argumentos válidos com premissas falsas. Contudo, não se pode construir um silogismo em que a conclusão é falsa e suas duas premissas antecedentes são verdadeiras. Em suma, o conceito de verdade, nesse contexto, vincula-se ao conteúdo. Já o de validade, à forma lógica sendo, por isso, o mais relevante para a lógica formal.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Lógica - Quarta Parte



                                                   O Quadrado Lógico

      Os silogismos possuem além das quatro figuras e seus respectivos modos uma relação entre as premissas no chamado quadrado lógico. Como já foi dito, para simbolizar as premissas são usadas as letras A, E, I e O. As letras A e E referem-se aos termos universais e as letras I e O referem-se aos termos particulares. O A e o E são universais, porém o A é universal afirmativo, isto é, indica ‘todo é’ e o E, indica o negativo expresso por ‘nenhum é’. Assim, embora sejam universais, sendo iguais quantitativamente, diferem em qualidade (positivo e negativo). Da mesma maneira, as letras I e O são particulares, sendo respectivamente ‘alguns são’(particular afirmativo) e ‘alguns não são’(particular negativo).
A junção dessas letras formam o quadrado lógico, exposto acima, e por suas distinções em quantidade e qualidade e entre si, especialmente, formam certas relações lógicas. Os universais A e E e os particulares I e O são denominados de contrários, porque embora não possam ser ambos verdadeiros, nada se pode concluir quanto a falsidade sendo seus resultados indeterminados. Já os contraditórios que são o A e o O  e o E e o I quando um é verdadeiro o outro necessariamente é falso e vice-versa. Isso ocorre quando analisamos as premissas em separado com o intuito de buscarmos a verdade e a falsidade dessas premissas.