Reizinha
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
As máscaras que usamos...
Todos
nós usamos máscaras seja porque buscamos nos esconder ou porque queremos transparecer aquilo que não somos.
Muitas vezes as máscaras surgem sem querer, outras com o intuito de seguir
convenções sociais dominantes. Mas o que as pessoas não conseguem perceber é que
somos o que somos independente de qualquer convenção ou outra circunstância.
Além disso, ao demonstrarmos aquilo que não somos só magoamos a nós mesmos e
quando finalmente nos dermos conta disso pode ser tarde demais...
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Lógica - Quinta Parte
verdade versus
validade
A
Reizinha pretende expor neste artigo, a distinção que há entre os conceitos de
verdade e validade. Embora esses dois conceitos não se apliquem aos mesmos
objetos, ou seja, enquanto a verdade predica proposições e a validade é uma
propriedade pertencente aos argumentos dedutivos tudo indica que é
imprescindível diferenciá-los. Isso porque tais conceitos surgem, por vezes, em
discussões e textos filosóficos como tendo o mesmo sentido.
O conceito de verdade, que será tratado aqui,
está relacionado com o conteúdo de uma asserção (o que é dito e/ou declarado) no
caso de um silogismo as asserções são expostas por meio de premissas. osiççciados)
As premissas são
declarativas, porque podem ser avaliadas como verdadeiras ou falsas. Diante
disso, dizer que algo é verdadeiro é dizer sob que circunstâncias uma situação
ou fato é verificado na realidade.
Quanto ao conceito de validade, dizemos que um argumento dedutivo
(no caso dos silogismos) é válido se sua forma lógica é correta. Etimologicamente,
o termo silogismo significa “reunir com o pensamento”. Diante disso, os
silogismos, como já foi dito, são aqueles argumentos em
que as suas premissas fornecem indícios e/ou provas consistentes para uma conclusão.
Diante
disso, tais silogismos são analisados como válidos ou inválidos porque as
provas fornecidas pelas premissas são conclusivas, não necessariamente
verdadeiras. Isto significa que há argumentos válidos com premissas falsas.
Contudo, não se pode construir um silogismo em que a conclusão é falsa e suas
duas premissas antecedentes são verdadeiras. Em suma, o conceito de verdade,
nesse contexto, vincula-se ao conteúdo. Já o de validade, à forma lógica sendo,
por isso, o mais relevante para a lógica formal.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Lógica - Quarta Parte
O Quadrado Lógico
Os
silogismos possuem além das quatro figuras e seus respectivos modos uma relação
entre as premissas no chamado quadrado lógico. Como já foi dito, para
simbolizar as premissas são usadas as letras A, E, I e O. As letras A e E
referem-se aos termos universais e as letras I e O referem-se aos termos
particulares. O A e o E são universais, porém o A é universal afirmativo, isto
é, indica ‘todo é’ e o E, indica o negativo expresso por ‘nenhum é’. Assim,
embora sejam universais, sendo iguais quantitativamente, diferem em qualidade
(positivo e negativo). Da mesma maneira, as letras I e O são particulares,
sendo respectivamente ‘alguns são’(particular afirmativo) e ‘alguns não são’(particular
negativo).
A
junção dessas letras formam o quadrado lógico, exposto acima, e por suas
distinções em quantidade e qualidade e entre si, especialmente, formam certas
relações lógicas. Os universais A e E e os particulares I e O são denominados
de contrários, porque embora não possam ser ambos verdadeiros, nada se pode
concluir quanto a falsidade sendo seus resultados indeterminados. Já os
contraditórios que são o A e o O e o E e
o I quando um é verdadeiro o outro necessariamente é falso e vice-versa. Isso
ocorre quando analisamos as premissas em separado com o intuito de buscarmos a verdade
e a falsidade dessas premissas.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Lógica - Terceira Parte
As
Figuras e os Modos dos Silogismos
Um silogismo formal deve ser válido,
porque são dedutivos, ou seja, são argumentos onde as conclusões são inferidas
das duas premissas antecedentes. Inferir é retirar de suas premissas provas
suficientes para comprovar aquilo que está sendo dito e/ou proposto. Para
melhor exemplificar essa questão podemos utilizar o silogismo do primeiro
artigo:
Todo ser humano é solidário.
Todas as mulheres são
seres humanos.
Todas as mulheres são
solidárias.
Neste
exemplo acima o termo “ser humano” (termo médio) serve para comprovar/
justificar o que está sendo dito no silogismo. Nesse sentido, na primeira
premissa o termo médio (ser humano) está no lugar do sujeito. Já na segunda, o “ser
humano” é predicado, completando o sujeito mulheres, isto é, a classe das mulheres.
Desse modo, verificamos a validade do silogismo por meio da conclusão que deve ser
necessariamente inferida ou retirada de suas premissas. Essa análise em questão,
como é possível averiguar, está sendo feita premissa por premissa, mas não
podemos esquecer que cada premissa dentro do silogismo possui o seu papel, sendo
a primeira o predicado (P), a segunda o sujeito (S) e a terceira a conclusão
que no caso é S é P. Os silogismos, ainda, possuem quatro figuras que são
esquematizadas das seguintes maneiras:
1º
figura
2º figura
M
P
P M
S
M S M
S
é ou não é P S
é ou não é P
3º figura 4º figura
M
P
P M
M
S M S
S
é ou não é P S
é ou não é P
Simbolizando:
P – Predicado.
S – Sujeito.
M – Termo Médio.
S é/não é P – Sujeito é ou não é
Predicado.
Pode
haver 64 diferentes combinações de silogismos, dentre as quais apenas 19 são
válidas. Diante disso:
Na
1º figura podemos ter os seguintes silogismos válidos: AAA, EAE, AII e EIO;
Na
2º figura podemos ter os seguintes silogismos válidos: EAE, AEE, EIO e AOO;
Na
3º figura podemos ter os seguintes silogismos válidos: AAI, EAO, IAI, OAO, AII
e EIO;
Na
4º figura podemos ter os seguintes silogismos válidos: AAI, EAE, AII, AEO e
IEO.
Nos
próximos artigos trataremos dos exemplos acerca dos silogismos válidos, do quadrado
lógico, da distinção entre a verdade e validade, dentre outros conceitos.
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