Reizinha

Reizinha

quarta-feira, 20 de abril de 2016


Estes nossos tempos...
Estamos vivendo em tempos de ânimos exaltados, radicalismo, falta de lucidez, preconceitos declarados, ódios extremados, quase nenhuma capacidade de discernir o certo do errado e talvez possamos tentar dizer que a culpa disso tudo não é nossa e sim dos políticos, da instabilidade financeira, da crise econômica, da corrupção, das religiões, mas não, não podemos e não devemos. A responsabilidade disso tudo, como bem me lembrou a minha amiga Adriane, é exclusivamente nossa. Isso porque todas estas posições sejam morais, ideológicas e/ou religiosas transmitem o que cada parcela da população pensa, crê, deseja e/ou pretende e, sendo assim, somos representados por aqueles, os quais encontramos modelos e/ou exemplos. Por esse motivo, devemos ter cuidado com aquilo que queremos e/ou buscamos e saber que “se todo indivíduo deve ser respeitado na sua totalidade, a recíproca é verdadeira”. Além dos mais, ninguém, em sã consciência, gosta ou prefere ser maltratado, desrespeitado seja por qual razão. Nesse sentido, temos que ter em mente que não devemos reproduzir atitudes e/ou ações ruins, cruéis, de tortura e/ou constrangedoras aos outros. E, ainda, não devemos nos deixar levar e nos alienar por belos discursos, pois não podemos esquecer que situações dramáticas, de crueldade extrema, de agressões sejam verbais ou não e de torturas costumam iniciar por discursos, os quais muitas vezes, infelizmente, “conseguem”, mesmo por caminhos obscuros e tortuosos, justificar o que, por natureza, é injustificável!                  

segunda-feira, 9 de março de 2015

Desabafo...

Infelizmente, enquanto:
- Alguns continuarem furando filas;
- Alguns continuarem se aproveitando de pessoas vulneráveis ou de suas boas-fés;
- Alguns não devolverem o troco a mais;
- Alguns continuarem sentando em assentos reservados para idosos, gestantes e/ou deficientes sem pertencerem a tais classes;
- Alguns continuarem confundindo o privado com o público ao se aproveitarem de algo em benefício próprio;
- Alguns sonegarem impostos ao não fornecerem nota fiscal;
- Alguns continuarem pagando por trabalhos acadêmicos seja para serem aprovados em uma disciplina e/ou para obterem um título e, em contrapartida, outros continuarem sendo coniventes a isso;
- Alguns desfrutarem de privilégios que não são para si;
- Alguns continuarem assinando por projetos, obras, plantas que não fizeram e/ou participaram;
- Alguns cobrarem por serviços desnecessariamente;
- Alguns continuarem cobrando propina de seus pacientes por fora de seus contratos com seus empregadores;
- Alguns profissionais continuarem fingindo que estão trabalhando, mas na verdade só querem ganhar o salário no final do mês sem se preocupar com suas responsabilidades;
- Alguns continuarem utilizando o “jeitinho brasileiro” e, pior, se vangloriarem porque se julgam espertos;
- Alguns políticos continuarem roubando descaradamente e, com isso, prejudicando a população sem o menor pudor.
               Continuar ocorrendo tantos outros atos ilícitos, em menor ou maior escala, o nosso país vai continuar mergulhado na lama e na hipocrisia. Lamentavelmente, uma das consequências disso tudo é uma espécie de “egoísmo generalizado”. Diante disso, algo é notável: boa parte da sociedade só pensa em si e não se dá conta que as coisas só vão realmente melhorar quando houver não só uma reforma política, mas uma reforma de pensamento, de consciência moral, pois é a partir de uma consciência moral que as pessoas vão conseguir discernir o certo do errado e quem sabe consegui se colocar no lugar do outro ao perceberem o quanto é ruim ser enganado/lesado/prejudicado de alguma forma. É óbvio que pessoas ruins só conseguem triunfar quando as boas se omitem e/ou se calam. Quem faz uma Nação são as pessoas e não um sistema político, logo as pessoas é que são corruptas e/ou corruptíveis não o sistema em si.


sábado, 22 de fevereiro de 2014

A Loucura é uma invenção humana que, por vezes, pode fugir à compreensão, não necessariamente à razão. 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Admiração,

Admirar o outro é uma das formas de admitir que outra existência é tão relevante quanto a sua.